domingo, 29 de abril de 2012

JOGOS MUSICAIS



 Achei muito interessante os jogos musicais apresentados no link abaixo:
http://www.aceav.pt/blogs/fatimasilva/jogos/default.aspx

1) Jogo da Glória

2) Instrumentos da sala de aula.

3) Sopa de Letras.

4) Notas Musicais.

5) Encontre o par e responda as perguntas.

6)  Família de Instrumentos.

7) Clica e  Aprende.


Divirta-se e Aprenda!!!!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

"SOUL" MUSIC X CULINÁRIA

Hoje assistindo a um respectivo canal de TV, onde o "gourmet" vai até sua casa, fazer um jantar com seu prato favorito, descobri que existe um tipo de comida  que recebe o nome de "soul". A explicação para receber essa denominação, vem do termo "feito com amor". Apresentaram os pratos que compõe essa culinária, os quais me chamaram a atenção por ser muito semelhante com a cozinha "mineira" . Fazendo um paralelo, entre a cozinha "soul" dos Estados Unidos, e a cozinha "mineira" do Brasil,  ambas tem origem africana, utilizando alguns ingredientes semelhantes.
Não vou descrever aqui cada prato, com seus sabores únicos.... estou escrevendo sobre a cozinha "soul", porque só conhecia esse termo para um estilo musical a "soul music", a expressão solidária dos negros, o orgulho de raça na nação americana que procurava o fim da segregação, encontrando a sua identidade e espiritualidade.



Classic Arthur Conley music video from the mid 60's on The Rick Shaw TV Show, Miami, FL

quarta-feira, 25 de abril de 2012

BLUES


Blues é uma forma musical vocal e/ou instrumental que se fundamenta no uso de notas tocadas ou cantadas numa frequência baixa, com fins expressivos, evitando notas da escala maior, utilizando sempre uma estrutura repetitiva. Nos Estados Unidos surgiu a partir dos cantos de fé religiosa, chamadas spirituals e de outras formas similares, como os cânticos, gritos e canções de trabalho, cantados pelas comunidades dos escravos libertos, com forte raiz estilística na África Ocidental. Suas letras, muitas vezes, incluíam sutis sugestões ou protestos contra a escravidão ou formas de escapar dela.
O blues tem exercido grande influência na música popular ocidental, definindo e influenciando o surgimento da maioria dos estilos musicais como o jazz, rhythm and blues, rock and roll e música country, além de ska-rocksteady, soul music e influenciando também na música pop convencional e até na música clássica moderna.






Oscar Peterson - Piano

Coincidentemente ou não, o desaparecimento gradativo do blues no cenário mundial nos anos 90,
 
coincidiu com a queda de praticamente todas a vertentes musicais expressivas, que foram cedendo espaços a estilos comerciais voltados para a mídia e para o marketing, pouco preocupados com uma expressão artística e cultural, da música como forma de transmissão de idéias e emoções, o que levou a uma queda acentuada na qualidade artística das composições musicais nesse final de milênio. Porém numa proporção mais restrita, novos músicos de blues surgem no cenário musical americano como Keb' Mo' e Corey Harris, mas ainda longe de ser expressivo e significativo como outrora fora.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Blues

terça-feira, 24 de abril de 2012

JAMES BLAKE

 Adolescente prodígio, fera do piano, estudioso das harmonias pop, esse inglês de 22 anos quis, um dia, fazer um remix de "A Milli", de Lil Wayne, que destacasse a tristeza da voz do rapper escondida por trás de tanta marra. Acabou saindo com um inesperado hit para as pistas mais alternativas. Mais à frente, começou a gravar suas próprias canções, levado por sua paixão por Joni Mitchell, Stevie Wonder e r&b. O resultado chegou às lojas há poucas semanas, depois de quase um ano de muita expectativa. Blake descobriu, então, que seu disco de estreia, muito elogiado, estava sendo alardeado como um marco do dubstep, o soturno e ondulante som que bomba nas noites londrinas - embora, entre suas dez faixas, não exista uma música sequer que seja boa para dançar.
O fenômeno Blake não é isolado. Cada vez mais artistas se encontram fazendo música a partir de micropartículas de outros estilos - espalhados pela internet e capturados em velhos discos de vinil. Embrulha daqui, sacode dali, mistura tudo no laptop e pronto, lá está alguma coisa que não era para soar assim, mas ficou ótimo da mesma forma. "James Blake", o disco, é isso: um tiro no escuro, que acerta o alvo ingenuamente, quase sem querer.



http://youtu.be/6xRb9fjwJlA 

No caso de Blake, como no de tantos outros, o que pesa e o que conta é o contexto. Quando os Stones e o Led Zeppelin tocavam blues e r&b, no início da carreira, estavam tentando soar como seus ídolos, mas eram ingleses e suas referências, bem como o seu ambiente, eram outras. Por isso, acabaram criando um som tão original. Blake vai pelo mesmo caminho.
Pianista a partir dos 6 anos, ele cresceu ouvindo jazz e música clássica. Num salto no tempo, entrou para a universidade para estudar música popular. Ao mesmo tempo, passava as noites nas mais cascudas festas de dubstep em Londres. Quando misturou tudo isso, Blake criou sua própria versão dos fatos.
Seu som é baseado em sua voz - muitas vezes modificada e com efeitos sutis - e em seu piano. Suas músicas, como "Lindsfarne" e "To care (Like you)", trazem uma sensação de doce melancolia, adornada por batidas minimalistas. O dubstep só é lembrado pelas potentes linhas de baixo que são levemente sentidas, como o reflexo de uma tsunami que aconteceu a quilômetros de distância. Espiritual como um disco de soul deve ser, "James Blake" é o retrato de um artista deslocado, imprevisível e, talvez por isso mesmo, brilhante.
http://oglobo.globo.com/cultura/o-pianista-classico-james-blake-recicla-soul-music-brilha-em-seu-disco-de-estreia-2812057

SOUL MUSIC

A apresentação da música soul é emotiva; a melodia é bem ornamental misteriosa ornamentada e com improvisações, rodopios corporais do(a) cantor(a) e efeitos sonoros dos instrumentos. Os ritmos pegam facilmente, acentuados com o bater de palmas e os movimentos plásticos da coreografia são detalhes importantes. Outras características estilísticas importantes são as perguntas e respostas entre o cantor solista e o grupo coral, no estilo responsorial, e uma interpretação dramática do vocalista principal. A música soul normalmente também apresenta cantores acompanhados por uma banda tradicionalmente composta de uma seção rítmica e de metais.
O desenvolvimento da música soul foi acelerado graças a duas tendências: o R&B e o gospel. Artistas como Ben E. King, Ray Charles, Solomon Burke, Jackie Wilson, Sam Cooke e os Isley Brothers fundiram a paixão dos vocais gospel com a música cativante e rítmica do R&B, formando assim o soul no final dos anos 1950.



domingo, 22 de abril de 2012

PIANO POPULAR


A prática pianística pode ser inserida para todos os níveis de alunos, e que a adequação individual é feita através da seleção do repertório disponível da música popular nacional e estrangeira. O critério fica de acordo com as preferências individuais.
Entre os níveis de execução do piano ‘popular’ está a forma de acompanhamento, escolhida como chave no ensino do piano em grupo, indicado para os primeiros estágios do aprendizado. No entanto, o aluno tem liberdade de fazer escolhas mais complexas, mas refletindo sobre seu nível de domínio do instrumento. Tocar piano como instrumento acompanhador envolve a leitura de cifras, evolução rítmica e parceria com instrumento melódico, que pode ser o piano ou teclado, sendo esses aspectos práticos. Pode-se também incluir a análise harmônica e os princípios da harmonia funcional aplicada à musica popular. Esse conjunto de teoria e prática permite uma inclusão de todos os tipos de alunos, ou seja, desde o iniciante que nunca teve contato com o piano, até o mais experiente.
 
Tocar piano popular é diferente de tocar música  popular no piano.
 
Quando um pianista toca uma música popular apoiado na leitura de arranjos escritos, não está praticando o piano popular, e sim está realizando uma interpretação. O desenvolvimento da prática do piano popular deve-se ao hábito de tirar músicas e de tocar espontaneamente, sem a preocupação de seguir rigorosamente as partituras, com o certo e o errado, nesta hora o ouvido e a intuição comandam o desempenho. É preciso cometer muitos erros, fazer experimentos para poder assimilar a melhor forma de tocar, criando-se com o tempo o próprio estilo.
 
 
 
O sistema de ensino do piano popular exige muita flexibilidade, onde o aspecto cognitivo de cada indivíduo deve ser valorizado e não visto como forma de exclusão.
Existe a necessidade de acompanhamento da evolução da turma, pois a diversidade de formação dos alunos exige cautela na seleção do repertório. Um repertório de difícil execução, como os sambas,música com harmonia muito complexa,junção de ambos, pode desestimular um aluno iniciante. Se o aluno iniciante se identifica com o samba, é preciso que sua escolha se restrinja a uma música com poucos acordes.É extremamente importante a participação direta do aluno nessa escolha, pois a prática musical em grupo ou individual só terá valor se fizer parte das aspirações e vivência musical do aluno
. Os princípios da harmonia serão trabalhados em conjunto, fundamentando a prática e a prática auxiliando na percepção.É possível também observar que, através da possibilidade de se fazer escolhas pessoais e da valorização da formação musical de cada membro do grupo, é aberto um caminho para a inclusão de alunos que estão em processo de busca por uma experiência musical genuína. Evitando-se assim, a realização de uma subcultura musical, citada por Swanwick (2003), quando se refere à introdução de práticas musicais estranhas e sem significado para os alunos.
 
Jussara Dalle Lucca
Faculdade de Artes do Paraná – Fap
 

JANICE PEZOA


         Janice Ferrarini Bertazzoli Pezoa, pianista campineira, se formou em piano popular na Unicamp e tem formação erudita em piano no Conservatório Musical Campinas. Sua formação concebeu uma personalidade musical que une a criatividade do popular com a técnica do erudito. Esta é uma característica de seu primeiro trabalho autoral “Nuances” 2010. Durante o ano de 2008, realizou o “Jam Session Festival”, convidando renomados instrumentistas brasileiros,entre eles: Derico (Sax), Tomati (guitarra), Teco Cardoso ( Sax/flautas), Toninho Ferragutti( acordeon),Amon Lima (violino), Nailor “Proveta” ( Clarinete/Sax), Arthur Maia ( baixo) e Ulisses Rocha (violão). Já atuou como pianista na OSMC (Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas) participando inclusive do “Festival de Havana 2007” (Cuba), também participou de outras orquestras profissionais.
Samba de uma nota só - Janice Pezoa Trio


       É professora muito requisitada da região; EM&T Campinas (Escola de Música e Tecnologia), Conservatório Carlos Gomes, IASP, além de aulas particulares. Participou da banda do baterista Alexandre Cunha, no Festival Internacional de Jazz de Shanghai 2008 (China) e na gravação dos discos: Bate-Papo2 e Barulho Bravio. Esta banda também participou da gravação do disco solo de Marcelo Valezi (saxofone) lançado em 2011. Em julho de 2009, participou do I Festival Internacional de Metais “Carlos Gomes”, acompanhando ao piano grandes instrumentistas internacionais, como Yasek Manzano (trumpete-Cuba) e Andy Hunter (trombone-EUA).
      Apresentou-se ainda, como pianista solista, na Virada Cultural de São Paulo ( SP ), em 2010, lançando seu primeiro àlbum Janice Pezoa Trio “NUANCES” com Paulo Signori no contrabaixo acústico e Pablo Pezoa na bateria.
 

http://www.myspace.com/janicepezoa
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